Whistle: O Final Horrível com um Toque de Doçura

Quase todos os personagens de Whistle morrem antes que as luzes se apaguem e os créditos sejam exibidos. No entanto, o diretor Corin Hardy queria que o final do filme fosse diferente. Ele queria que o filme tivesse um final mais esperançoso, apesar da carnagem que havia ocorrido anteriormente.

‘Eu queria fazer um filme de horror com coração’, explica Hardy. ‘Eu queria que o público se importasse com os personagens e que o amor entre Ellie e Chrys fosse protegido.’

Whistle segue um grupo de estudantes do ensino médio que encontram-se sendo perseguidos pela Morte após um deles soprar uma flauta de morte asteca. A flauta não ‘invoca os mortos’, como o professor deles havia dito, mas sim ‘sua morte’, o que é ruim para qualquer pessoa que ouça o seu som.

A história de Ellie e Chrys é um exemplo de como o amor pode superar mesmo as circunstâncias mais terríveis. Apesar de todos os obstáculos e perigos que enfrentam, elas conseguem se encontrar e se apoiar mutuamente. O final do filme é um exemplo disso, mostrando as duas personagens juntas e felizes, apesar de tudo o que haviam passado.

‘Eu gosto muito da última cena’, diz Hardy. ‘É como se a morte tivesse ajudado a forçar as duas a se juntarem. É um detalhe que eu acho muito interessante.’

Whistle é um filme que desafia o trope ‘Bury Your Gays’, que é um estereótipo comum nos filmes de horror. Em vez de matar as personagens LGBTQ+, o filme apresenta um final feliz e esperançoso para Ellie e Chrys. Isso é um exemplo de como o cinema pode ser usado para promover a diversidade e a inclusão.


Fonte: Artigo Original

COMPARTILHE: