Até recentemente, a ilha de Little Saint James, anteriormente propriedade do condenado criminoso sexual e suposto traficante de seres humanos Jeffrey Epstein, tinha um Pokestop de Pokémon Go. No entanto, após um clamor entre os jogadores, o Pokestop da ilha de Epstein foi removido pelo proprietário do Pokémon Go, Scopely.
De acordo com a Polygon, não está claro quando o Pokestop foi adicionado à ilha, embora estima-se que tenha sido entre 2020 e 2021. Epstein morreu na prisão em 2019 e a ilha não é facilmente acessível ao público em geral. Isso não impediu os jogadores de enganar o jogo e fazer com que Pokémon Go os coloque virtualmente na ilha.
Segundo o Kotaku, o número de visitas virtuais de Pokémon Go à Little Saint James aumentou drasticamente este mês como uma forma de chamar a atenção para o Pokestop que foi originalmente notado há mais de um ano. A liberação de um novo lote de arquivos de Epstein parece ter desencadeado essa onda, até que Scopely removeu silenciosamente o Pokestop no início da semana.
A remoção do Pokestop foi um movimento surpreendente, considerando que a ilha não é facilmente acessível ao público. No entanto, a decisão de Scopely foi bem recebida pelos jogadores, que consideraram o Pokestop inapropriado devido à história sombria da ilha.
O caso levanta questões sobre a responsabilidade dos desenvolvedores de jogos em relação ao conteúdo gerado pelo usuário e como eles lidam com situações delicadas. Enquanto o Pokémon Go é um jogo projetado para ser divertido e social, também é importante considerar o impacto que ele pode ter em comunidades e indivíduos.
A remoção do Pokestop da ilha de Epstein é um exemplo de como os desenvolvedores de jogos podem agir rapidamente para abordar preocupações e garantir que seu jogo seja um espaço seguro e respeitoso para todos os jogadores.



