O diretor Josh Safdie revelou que a frase “Eu nasci em 1601” em ‘Marty Supreme’ talvez não fosse uma piada afinal. Em uma reviravolta chocante, ele compartilhou que o filme quase terminou com o personagem de Timothée Chalamet sendo mordido por um vampiro, interpretado por Kevin O’Leary, da popular série ‘Shark Tank’, conhecido como ‘Mr. Wonderful’.
“Você está nos olhos dele, nós construímos a prótese para o Timmy e tudo, e o Sr. Wonderful aparece atrás dele e morde o pescoço dele, e essa foi a última coisa do filme”, Safdie contou ao colega cineasta Sean Baker no Podcast A24 (via The Playlist).
Levando a sério por um segundo, essa frase provavelmente foi pensada para insinuar a Marty que ele não se intimidava com seu comportamento astuto e manipulador, além de servir como um aviso, especialmente considerando que não há momentos mágicos ou fantásticos no filme.
No entanto, dada a imprevisibilidade selvagem, o estresse e, às vezes, o ridículo (e digo isso no melhor sentido) do filme, honestamente não teria sido um choque muito grande se Milton realmente quisesse dizer aquilo.
Muitos devem se lembrar de uma cena em ‘Marty Supreme’ onde Milton Rockwell (Kevin O’Leary) diz a Marty Mauser (Timothée Chalamet): "Eu nasci em 1601. Sou um vampiro. Estou por aí desde sempre."
Dirigido por Safdie a partir de um roteiro que ele coescreveu com Ronald Bronstein, o filme trouxe uma abordagem única e inovadora ao gênero de comédia dramática.
A trama envolvente e as performances marcantes dos atores principais contribuíram para o sucesso do filme, que foi recebido com críticas positivas e um público engajado.
A revelação do final alternativo apenas adiciona um novo nível de fascínio à obra, mostrando como até os detalhes mais inesperados podem moldar a narrativa de uma história.
A descoberta desse final alternativo abre uma nova perspectiva sobre a criatividade e a inovação do diretor Josh Safdie e do elenco de ‘Marty Supreme’.
Ao explorar as possibilidades de um final com um vampiro, o filme demonstra sua capacidade de surpreender e cativar o público de maneiras inesperadas.
O legado de ‘Marty Supreme’ continua a inspirar discussões e análises sobre a arte de contar histórias no cinema.
Fonte: Artigo Original


