In the Blink of an Eye: Uma Disapontadora Odisseia no Espaço e no Tempo

In the Blink of an Eye é um filme de ciência ficção que promete muito, mas entrega pouco. Com uma abordagem modesta e mundana, o filme não consegue injetar vida em sua história robotic e reducionista. A direção de Andrew Stanton, conhecido por seu trabalho em WALL-E, não é suficiente para salvar o filme de sua própria mediocridade.

O filme segue três linhas de história. A primeira, e mais fraca, segue uma família de Neandertais tentando sobreviver em um mundo hostil. Infelizmente, a falta de tradução de seus grunhidos deixa o espectador desconectado da história. A segunda parte, ambientada no presente, é a mais forte, seguindo a antropóloga Claire enquanto ela estuda restos mortais da era dos Neandertais. A terceira parte, que segue uma astronauta sozinha em uma missão para colonizar um planeta distante, é a mais mediana.

O filme tenta conectar as três linhas de história de forma forçada e abrupta, sem confiar no espectador para entender as conexões. A abordagem do filme é superficial e insultante, comparando a perda de uma família Neandertal com a perda de uma pessoa no presente. A comparação é forçada e não emociona.

In the Blink of an Eye é um filme de ciência ficção de pouca ambição e menos ainda de verdadeiro espanto. Embora tenha sido comparado a filmes como Cloud Atlas, não chega perto de alcançar a mesma profundidade e complexidade. Em vez disso, é uma sequência laboriosa de ideias mal cozidas e conexões forçadas.

Em resumo, In the Blink of an Eye é uma decepção que não vale a pena ser vista. Mesmo que você esteja assistindo, não há nada para ver aqui.


Fonte: Artigo Original

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