Após quase uma década de expectativa, o principal vilão de Game of Thrones se mostrou uma grande decepção. Sete anos depois, ainda me incomoda como a série falhou em desenvolver o Rei da Noite.
Em abril de 2019, Vladimir Furdik, o ator por trás do Rei da Noite, concedeu sua maior entrevista. Dias após seu personagem encontrar o fim no episódio “A Longa Noite” da 8ª temporada, o dublê que se tornou o principal antagonista conversou com o The Hollywood Reporter para um balanço.
Após algumas perguntas iniciais, o entrevistador fez uma questão mais significativa: “Eles [os criadores da série] te contaram muito sobre o personagem — suas motivações, seus objetivos?” Furdik respondeu de forma direta: “Não, eles não me deram [muito]. Houve algumas discussões com os diretores, mas nada específico sobre o que ele deveria fazer. Eles construíram o Rei da Noite passo a passo. É algo como você planta uma sementes no chão e espera para ver como a planta [se desenvolve].”
As palavras de Furdik resumem não apenas a trajetória do Rei da Noite em Game of Thrones, mas também a temporada final inteira da série.
Muitas vezes, parecia que os showrunners David Benioff e D.B. Weiss estavam inventando a história episódio a episódio, sem um plano abrangente — especialmente depois que eles ultrapassaram a série de livros original e inacabada de George R.R. Martin e começaram a traçar seu próprio curso para a conclusão da história.
📷 Crédito da imagem: Polygon
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