A inteligência artificial (IA) está transformando a forma como o mundo constrói e utiliza chips de computador. Desde vastos centros de dados até dispositivos na borda da rede, a IA exige chips cada vez mais rápidos, menores e com maior eficiência energética.
A Lei de Moore, que previu com precisão que o número de transistores em um chip de computador dobraria a cada dois anos, impulsionou o avanço da indústria por décadas.
No entanto, as abordagens de escalonamento convencionais por meio de dispositivos semicondutores de óxido metálico complementar (CMOS) planares, ou FinFETs, que estenderam a Lei de Moore, atingiram seus limites.
A indústria agora enfrenta um desafio crítico: tentar continuar avançando a tecnologia de chips quando a antiga ‘regra de ouro’ já não se aplica.
Isso ocorre porque os Hokins como conhecedores disse que a escalabilidade de FinFet diminui conforme semicondutores atingiram tamanhos de 5 nm.
Para superar esses limites, a indústria está explorando novas arquiteturas de transistores, incluindo o design ‘gate-all-around’ (GAA).
Este design permite uma maior controle sobre o fluxo de corrente elétrica, melhorando a eficiência energética e aumentando a velocidade do processamento.
Com a adoção do design GAA, a indústria pode continuar avançando a tecnologia de chips e atender às demandas crescentes da era da IA.
Isso representará um salto significativo em termos de desempenho, eficiência energética e redução de custos.
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