A Games Workshop confirmou esta semana que proibiu o uso de IA gerativa para a produção de seus designs e conteúdo, uma decisão que muitos fãs de Warhammer receberam com entusiasmo.
O cenário de Warhammer 40,000 é construído, em grande parte, sobre a arte evocativa e duradoura desenhada por artistas como John Blanche, que moldou seu estético “grimdark” ao lado de outros funcionários-chave da Games Workshop. Essa arte oficial, feita por humanos, é amada pelos fãs, que, em sua maioria, veem com desdém o mero cheiro de “arte” gerada por IA vendida ou lançada em qualquer capacidade oficial pela Games Workshop ou por seus parceiros.
Além disso, a Games Workshop vende caros livros de regras de Warhammer 40,000, repletos de incrível arte oficial e lore. Qualquer sugestão de que essa arte foi criada, em parte ou totalmente, por ferramentas de IA gerativa provavelmente causaria um levante na comunidade.
Portanto, essa política anti-IA está sendo chamada de “vitória da Games Workshop” por muitos fãs. Mas, como qualquer fã da ampla mitologia de Warhammer 40,000 — puxada para cá e para lá ao longo das décadas — dirá, talvez não deva ser uma surpresa.
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