O “Remake” em Final Fantasy VII Remake refere-se a muito mais do que apenas os aspectos técnicos do jogo original de 1997 sendo refeito.
O refazer do destino é um conceito central do título que adiciona camadas adicionais à sua história. A sequência de Remake, Final Fantasy VII Rebirth, continua essa tendência explorando um mundo refeito pelas maquinações do antagonista do jogo, Sephiroth.
Portanto, é razoável supor que o terceiro e último jogo da trilogia usará uma convenção de nomenclatura semelhante que se conecta à narrativa meta da reimaginação.
E, de acordo com o diretor desse jogo, Naoki Hamaguchi, o título do terceiro e último capítulo foi decidido pelo diretor criativo da trilogia, Tetsuya Nomura.
"Lembro de uma entrevista que dei na Paris Games Week sobre como havíamos reduzido para duas [opções de título]", diz Hamaguchi.
"Ficou por conta do Sr. Nomura decidir qual seria. E sim, após retornar da Paris Games Week, ele escolheu uma, então posso dizer que o título foi definido."
Hamaguchi está em Nova York para promover o lançamento de Final Fantasy VII Remake Intergrade no Nintendo Switch 2, nos dando a oportunidade de conversar com ele sobre a franquia.
Com relação ao desempenho do jogo no dispositivo – que foi recebido positivamente até pelos fãs mais exigentes – Hamaguchi diz que, embora tenha sido relativamente suave para rodar o jogo no hardware, a equipe gastou muito tempo tentando alcançar uma taxa de quadros estável.
Assista ao trailer do jogo abaixo…
📷 Crédito da imagem: GameSpot
Fonte: Artigo Original



