A terceira semana de A Knight of the Seven Kingdoms trouxe uma reviravolta emocionante com a revelação da verdadeira identidade de Egg. O episódio intitulado ‘O Escudeiro’ apresentou Dunk e Egg em uma jornada emocionante, onde a lealdade e a honra foram postas à prova.
A tranquilidade da vida no campo parece não ser o destino de Egg, pois, como descobrimos no final do episódio, ele é na verdade o Príncipe Aegon V Targaryen. A revelação ocorre após Dunk vir em auxílio de uma damisel em apuros, a marionetista Tanselle, que estava sendo atacada por Aerion por sua apresentação de marionetes que mostrava a morte de um dragão.
Dunk, em sua busca por justiça, enfrenta Aerion e é interrompido por Egg, que intervém para salvar Dunk das garras dos guardas. A revelação da verdadeira identidade de Egg deixa todos atônitos, incluindo Dunk, que começa a questionar a sua própria lealdade e honra como cavaleiro.
A desilusão de Dunk com a cavalaria é o tema principal dessa temporada, e se as dúvidas sobre a cavalaria foram plantadas no episódio 2, então a visão da conduta desonesta de Aerion no torneio de Ashford e o subsequente castigo de Tanselle foram os últimos estragos.
A grande revelação da identidade de Egg – que não foi surpreendente para os leitores das novas de George R.R. Martin, Tales of Dunk and Egg – quebrou a harmonia do que havia sido até então um episódio doce e simples. Egg está preocupado com as chances de Dunk de sobreviver ao torneio, então ele treina sozinho o cavalo de Dunk e, mais tarde, transforma uma canção sobre uma mulher que agradava os homens em um discurso de esperança.
Essas cenas encantadoras de Dunk e Egg apenas conversando, ajudando ou brincando um com o outro, comendo sanduíches – pontuadas pela melodia de Dan Romer – os tornam os underdogs que você ama torcer por, e os adiciona às fileiras dos pares mais cativantes de Game of Thrones (por exemplo, Arya e o Cão, Tyrion e Bronn, Brienne e Jaime, etc.).
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