A resiliência cibernética continua a ser um desafio para as organizações, com incidentes de alta visibilidade e grande impacto econômico. Em 2025, já tivemos alguns dos incidentes mais prejudiciais da história, como os casos das empresas M&S e Co-Op, que sofreram danos significativos e custosos.
Se o custo estimado de £100 milhões para a M&S não fosse ruim o suficiente, foi superado pelo incidente na JLR, que foi amplamente divulgado como o incidente cibernético mais caro da história do Reino Unido, com um custo econômico estimado em £1,9 bilhão.
Esses incidentes expõem um dos paradoxos mais persistentes da segurança cibernética: os seres humanos são ao mesmo tempo o elo mais forte e o elo mais fraco da corrente. A M&S declarou publicamente que o seu incidente foi causado por “erro humano”. Embora o júri ainda esteja em dúvida sobre o incidente na JLR, a especulação aponta para uma violação de credenciais, um clássico golpe de engenharia social.
No entanto, os funcionários também são a base da resiliência cibernética eficaz, com uma força de trabalho engajada e bem informada idealmente posicionada para reconhecer e parar atividades suspeitas antes que se tornem um incidente em grande escala.
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