Tudo o que Você Precisa é Matar: um filme de anime bonito, mas superficial

Tudo o que Você Precisa é Matar: um filme de anime bonito, mas superficial


Matimba! Viva, morra, melhore sua arma, repita

A versão de anime de Edge of Tomorrow é bonita, mas superficial

Imagem: GKIDS

Tudo o que Você Precisa é Matar, o romance leve de 2004 de Hiroshi Sakurazaka sobre um soldado preso em um loop de tempo, já inspirou o emocionante e hilário filme de 2014 de Doug Liman, Edge of Tomorrow, onde Tom Cruise morre repetidamente enquanto Emily Blunt o humilha.

O diretor estreante Kenichiro Akimoto adapta esse romance novamente com o filme de anime Tudo o que Você Precisa é Matar, que estreia nos cinemas em 16 de janeiro, assumindo uma abordagem mais meditativa com seus personagens enquanto torna suas ações ainda mais explícitas como um videogame.

O resultado é surreal e bonito, porém um pouco superficial, com uma trama fina que muda de tom com muita rapidez.

Enquanto o romance original e Edge of Tomorrow começam com muita ação — começando com a Terra já perdendo uma guerra contra extraterrestres —, Tudo o que Você Precisa é Matar apresenta uma visão pós-COVID-19 de uma invasão alienígena, onde o mundo mudou, mas as pessoas ainda têm que trabalhar.

Rita (Ai Mikami) está sonhando com a vida, passando seus dias como parte de uma equipe tentando conter o impacto de uma planta misteriosa alienígena chamada “Darol” que chegou ao Japão há um ano.


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