A segunda temporada de Fallout chegou ao fim, trazendo consigo reviravoltas, explosões e uma cena pós-créditos que nos deixou pensando. A série de TV da Amazon também nos apresentou muitas surpresas ao longo da temporada, mas algumas das tramas pareciam familiares. Apesar de a segunda temporada se passar principalmente no Mojave Wasteland e na cidade de New Vegas, não pude deixar de notar que a história parecia muito com a de Fallout 4.
A temporada começa com Lucy MacLean (Ella Purnell) se unindo ao Ghoul (Walton Goggins) em busca de seu pai, Hank MacLean (Kyle MacLachlan). Lucy quer trazê-lo de volta ao seu vault original, Vault 33, para responder por seus crimes contra o povo do Wasteland. No entanto, logo descobrimos que o pai de Lucy tem um plano mais sinistro em mente.
Dentro de um laboratório da Vault-Tec em New Vegas, Hank está realizando experimentos de controle mental. Com a ajuda de um dispositivo inserido na base do pescoço, ele pode pacificar qualquer indivíduo no Wasteland. Essa tecnologia é semelhante à usada pelo Instituto em Fallout 4, que busca avançar a humanidade a qualquer custo.
A segunda temporada de Fallout nos apresenta uma escolha difícil: parar o plano de Hank ou aceitá-lo. As consequências são altas, assim como em Fallout 4. A série de TV consegue capturar o coração e os temas do mundo de Fallout, mas também perde um pouco da tensão dramática ao apresentar tramas já conhecidas.
Ainda assim, a segunda temporada de Fallout é uma adaptação surpreendente de Fallout 4, com paralelos interessantes entre as histórias. Vamos ter que esperar até a terceira temporada para ver se o plano de Hank pode se igualar à maldade do Instituto.



